A nova Tamron SP 160-600mm f/5-6.3 Di VC USD G2 | Sample images



Nikon D300 + Tamron SP 150-600mm f/5-6.3 Di VC USD G2
(@ 600mm, f/8, 1/250 seg., ISO 640)



Hoje saí para a rua com a nova Tamron SP 160-600mm f/5-6.3 Di VC USD G2!
A ideia era tirar umas fotos "à passarada", mas como só consegui sair de tarde e com condições de luz não muito boas, acabei por apenas dar uma volta pela redondezas e "disparar" para o que ia aparecendo!


Depois de ter efetuado, da parte da manhã, uns testes comparativos com a versão anterior e ter comprovado algumas diferenças (brevemente publicarei um artigo exclusivo acerca desse assunto), era altura de sair com esta nova objetiva para a rua. 
Basicamente, o que me interessa com este tipo de pequenas saídas é formar as minhas primeiras opiniões acerca do equipamento que tenho em mãos.
Um dos itens que é de obrigatória análise é a velocidade e precisão da focagem. Sabendo que esta nova versão da objetiva - G2 - (Generation 2) incorpora alguns melhoramentos sobre a anterior versão, existem muitos mais aspetos a considerar e que me suscitam curiosidade em testar... como, por exemplo, o caso da qualidade óptica e o sistema de estabilização.
Quanto ao primeiro aspeto, tal como acima disse, brevemente colocarei algumas imagens comparativas entre esta nova versão e a anterior que elucidam as diferenças. Mas estes testes comparativos (à qualidade de imagem) foram feitos em condições controladas de modo a poder comparar imagens captadas nas mesmas condições e, assim sendo, não foi testado o sistema de estabilização de imagem. Por isso, nestas primeiras imagens captadas com a G2, que hoje divulgo, esse foi um dos aspetos que tentei testar... a última imagem deste artigo ilustra o caso duma fotografia captada com uma velocidade de obturação muito abaixo do aconselhável (600mm a 1/80 seg.) apenas com a câmara a punho, sem mais qualquer sistema de estabilização. No caso concreto, foi utilizado o "modo 1" das três possíveis escolhas que a objetiva permite. (O "modo 3", em detrimento da visualização da estabilização aquando da sua captura pelo visor óptico, será o mais eficaz pois, segundo a marca, consegue equivaler a 4,5 f/stops).   




Nikon D300 + Tamron SP 150-600mm f/5-6.3 Di VC USD G2
(@ 600mm, f/6.3, 1/1000 seg., ISO 640)


Em baixo:
Um exemplo duma imagem não editada em tamanho 100% *


Nikon D300 + Tamron SP 150-600mm f/5-6.3 Di VC USD G2
(@ 600mm, f/8, 1/80 seg., ISO 640)



* Para fazer o download e poderem ver a imagem a 100% clicar com o botão direito do rato e guardar.
Se preferirem apenas visualizar a imagem "on-line", no seu tamanho real, sem necessidade de a guardar, clicar em "Abrir Hiperligação numa Nova Janela ou Separador".


E, por hoje, ficámos por aqui!

Nikon D5600 - uma nova câmara ou um simples "update" da D5500?



Lançada há alguns dias, eis a nova Nikon D5600. 
Bom, as novidades em relação à D5500 não parecem ser assim muitas... basicamente, a câmara é a mesma. A diferença parece residir apenas na incorporação da possibilidade de conectividade direta com smartphones para interacção com as redes sociais - compatibilidade wireless constante via Nikon SnapBridge.
Quanto às restantes características, sinceramente não diferem da D5500... quase tudo é idêntico:
- o sensor (sem filtro low pass) é de 24MP e a câmara incorpora o processador mais atual da marca, o EXPEED 4.
- em relação ao obturador, que permite até 5 fotografias por segundo, certamente que será mais que suficiente para fotografias de acção em conjugação com a focagem de 39 pontos.
O mesmo monitor LCD traseiro "touchscreen"...   
De resto, tal como me parece, diria que se trata da D5500 (uma câmara que, dentro do seu segmento, se tem saído bastante bem) apenas com o acréscimo da inovação referida.... e não há muito mais a dizer!

Viagens pela minha terra... com a Ultra-grande-angular SP 15-30mm da Tamron!


Cântaro Magro
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
(@ 15mm, f/11, 1/100 seg., ISO 100)


Manhã cedo e lá se começa o dia...
Desta feita, com uns dias pela frente para explorar a belíssima Serra da Estrela e as aldeias históricas que a rodeiam!
Certamente que, também, muitos dos habituais visitantes desta Serra concordarão comigo quando digo que esta serra atinge o seu esplendor na altura dos grandes nevões (habitualmente ocorrem durante os meses de fevereiro/março), altura em que o manto branco de neve lhe confere um aspeto singular (alguns exemplos do constraste podem ser vistos aqui). No entanto, sem neve, a serra também tem os seus atrativos e confere imagens peculiares...  
Sem obedecer a uma correta sequência temporal partilho, então, algumas das fotografias que a serra possibilita em alturas do ano em que ainda não há neve, nomeadamente, no Outono.

Em cima, uma imagem captada no início da tarde, com o sol a iluminar o planalto destacando-se, em primeiro plano, a formação rochosa, com 1928m de altitude, conhecida como "Cântaro magro" situada na encosta do concelho de Manteigas.


Aproveitando a altura e associando as imagens deste artigo ao equipamento que utilizo divulgo, simultaneamente, a objectiva com que todas elas foram captadas: A Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD - uma objectiva "luminosa" de abertura máxima fixa de f/2.8 capaz, numa câmara Full-frame (neste caso a Nikon D800) de captar cenários a 15mm de distância focal com um ângulo de mais de 110º. 
Na qualidade de embaixador da marca em Portugal, como não poderia deixar de ser, na minha mala entre câmaras e outros acessórios "viajam", desde há já uns anos, apenas objectivas da marca Tamron.
Os temas fotográficos que regularmente abordo (Natureza e Vida Selvagem) não dispensam as grandes Teleobjectivas e as objectivas Macro. Portanto, esta 15-30mm, apesar de estar sempre "na mala", não é uma das que utilizo com mais regularidade (com pena...). 
Apesar de se tratar duma objectiva de excelente qualidade, perfeitamente adequada para responder à exigência das mais recentes câmaras dotadas de sensores com elevado número de píxeis e de grande resolução, nem sempre os cenários ou motivos que fotografo justificam e necessitam de ser captados de forma tão ampla. Apesar de não a considerar uma objectiva "Walk-around" ou tão polivalente como, por exemplo, as "SuperZoom" do tipo 18-200mm ou até das "Zoom normais" do tipo 24-70mm, não a posso deixar de considerar uma objetiva aconselhada para quem gostar verdadeiramente de fotografia de paisagem e reportagem... como senãos: o seu volumoso tamanho e peso! 

Portanto, hoje, sem qualquer pretensão a "Fine arte" ficámos com algumas simples imagens de exemplo do tipo de fotografia que a Tamron SP 15-30mm possibilita perante vários cenários que vulgarmente encontrámos quando viajamos. Quer de paisagem natural, quer de paisagem humanizada.    

Continuando com a narrativa... Serra acima, serra abaixo, um dos pontos obrigatórios de visita turística na Serra da Estrela, sem dúvida, é a "Torre"!

Antiga torre de radar - Torre da Serra
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
(@ 26mm, f/11, 1/320 seg., ISO 100)


Bem próximo do ponto mais alto de Portugal Continental (que, para ser mais preciso, se localiza bem no centro da rotunda existente no topo da serra onde se encontra implantado o marco geodésico), situam-se as antigas torres de radar que faziam parte das instalações da Esquadra nº 13 da Força Aérea Portuguesa/Torre (agora de apoio às forças de segurança) as quais são edifícios icónicos que ressaltam à vista no ponto mais alto do sistema montanhoso "Montejunto-Estrela" também conhecido simplesmente como "Torre".



Estrutura de apoio à instância de esqui
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
(@ 15mm, f/11, 1/200 seg., ISO 100)


Telecadeiras da instância de esqui
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
(@ 15mm, f/11, 1/250 seg., ISO 100)


Ainda, no mesmo local, as pistas de esqui sem qualquer atividade face à inexistência de neve. Não sendo propriamente imagens que refletem o espírito de montanha e de desportos de inverno, acabam por ter algum encanto dada a amplitude que lhes é conferida por uma objetiva ultra grande angular e pelas intensas cores. 



Covão de Ametade
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
Foto da Esqª: (@ 30mm, f/5, 1/25 seg. [- 0,7 Ev], ISO 400)
Foto da Dtª: (@ 30mm, f/5.6, 1/80 seg. [- 1,3 Ev], ISO 400)

O mistico "Covão de Ametade"!

Num ambiente bem diferente, a cerca de 1500 m de altitude, este local situado no início do Vale Glaciático do Zêzere é local de paragem obrigatória!
Pode dizer-se que, praticamente, em todas as alturas do ano e com diferentes condições climatéricas possibilita interessantes cenários fotográficos.
Nesta visita ao local experimentei cores que ainda não tinha fotografado: Tons verdes com (ainda pouco) da típica cor acastanhada de outono que esperava encontrar nesta época e altura do ano... ainda assim, lá se conseguem fotografias apelativas.



Piornos
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
(@ 19mm, f/7.1, 1/250 seg., ISO 100)

Ah! Nada como começar a fotografar ao nascer dos primeiros raios de sol!
A luz dos primeiros minutos do dia refletem sempre cores intensas e vibrantes às fotografias. Contudo, devido à incidência rasante dos primeiros raios de sol, principalmente ao fotografar com ultra grande angulares, corremos o risco de ficar nas fotografias...! Além disso, há que ter algum cuidado com o equilíbrio de brancos, pois as fotografias tendem a ficar com tons demasiado quentes.



Sortelha
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
(@ 17mm, f/5.6, 1/100 seg., ISO 100)

Pelo contrário, também os últimos raios de sol proporcionam boas fotografias e, nestes casos, já não importa tanto o controle dos tons quentes pois é isso mesmo que pretendemos registar. Aqui, o grande problema consiste na dificuldade de conseguir captar o cenário sem estourar os brancos e ter suficiente luz para registar as sombras! Claro está que depois vem a (nestes casos) imprescindível edição digital.
Neste caso, foi utilizada somente a SP 15-30mm sem qualquer filtro... ou tripé!
Esta imagem retrata um final de tarde naquela que é umas das mais antigas aldeias históricas de traça medieval existentes no nosso país: Sortelha!
No entanto, da serra, apesar de tudo, fica-me a nostalgia dos dias de grandes nevões!
Afinal, os meses de fevereiro e março ainda estão para chegar...!!!